
A média da Prova Brasil vai de zero a dez, assim como as avaliações tradicionais cujas notas refletem o volume de conteúdo que o estudante acerta.
Para entender o critério de nota utilizado, deve-se partir do pressuposto de que, diferente de uma prova clássica como a que o professor aplica a seus alunos em sala de aula, a Prova Brasil é construída metodologicamente para avaliar sistemas de ensino, e não alunos.
As médias são apresentadas em uma escala de desempenho capaz de descrever, em cada nível, as competências e as habilidades que os estudantes desses sistemas demonstram ter desenvolvido. Há uma escala descrita para as habilidades em Língua Portuguesa e outra para Matemática.
Dentro de cada uma das disciplinas, a escala é única e cumulativa, para todas as séries avaliadas. A lógica é de que quanto mais o estudante caminha ao longo da escala, mais habilidades terá acumulado. Portanto, é esperado que alunos da 4° série alcancem médias numéricas menores que os de 8° série.

Segundo o novo Secretário de Educação de São Paulo, o grande desafio dos dias atuais é melhorar o desempenho dos alunos e os índices de aprendizado, fato que ele deixou claro em seu discurso: "Até recentemente, todas as políticas recomendadas para melhorar a qualidade do ensino se concentravam nos meios, ou seja, cuidavam de melhorar as condições objetivas do funcionamento das escolas, de formar melhor os professores, de desenvolver programas para sua atualização e aperfeiçoamento, de melhorar sua remuneração, de equipar as escolas com laboratórios e computadores e assim por diante. Ou seja, estavam focadas apenas nas condições de ensino, com a expectativa de que viessem a produzir os efeitos desejados na aprendizagem dos alunos. No Brasil, apesar de não termos atingido as condições ideais em relação aos meios para desenvolvermos um bom ensino, o fato é que objetivamente estamos melhor que há dez ou doze anos em todos esses quesitos. Entretanto, os indicadores de desempenho dos alunos não têm evoluído na mesma proporção".
A Sangari Brasil levou o Programa CTC ao Fórum promovido pela União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) nos dias 2 e 3 de abril na cidade do Rio de Janeiro (foto), em espaço compartilhado por outras empresas do segmento de educação como a Editora Abril e a Fundação Roberto Marinho.
O Programa CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade foi pré-qualificado pelo Ministério da Educação para integrar seu "Guia de Tecnologias Educacionais", elaborado pela Secretaria de Educação Básica.
