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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tecnologia e Equidade - Sangari



Publicado no jornal de Brasília no dia 26 de junho, o artigo redigido pelo Secretário da Educação do Distrito Federal, José Luiz Valente, e o subsecretário de Gestão Pedagógica e Educacional, Rubens Martins propõe ações para facilitar o acesso da tecnologia nas escolas públicas.

Entre as ações propostas estão a instalação de computadores nas salas de professores, a ampliação e melhoria dos laboratórios de informática, além da elaboração de um projeto pioneiro de conexão entre a Secretaria, as Diretorias Regionais de Ensino e escolas, através de uma rede de teleconferência.

"O ambiente de rápidas mudanças no mundo contemporâneo exige a renovação dos sistemas de ensino, a fim de conferir mais eficácia às políticas educacionais, orientadas pelos paradigmas do respeito à diversidade e da garantia da equidade", ressaltam Valente e Martins.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Grupo Estado promove debate sobre Educação


De acordo com o último censo do professor, cerca de 17,5% dos docentes atuam sem formação adequada e são, em sua maioria, professores do ensino fundamental do 1º ao 9º ano. O governo federal divulgou um pacote de medidas para tentar melhorar a qualidade da formação dos professores, que vão de cursos superiores gratuitos para docentes sem formação adequada até o repasse de recursos por meio do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).



O tema, um dos principais problemas da educação pública, foi debatido hoje no encontro promovido pelo Grupo Estado e que contou com a participação do ministro Fernando Haddad (foto) e do secretário estadual Paulo Renato Souza.

terça-feira, 12 de maio de 2009

CTC ajuda no combate ao déficit de aprendizagem

Alessandra Almeida acredita que o Programa CTC pode contribuir para combater um dos principais problemas que as escolas públicas enfrentam, que é o fato de que muitos alunos não aprendem o que se espera que aprendam durante os anos de ensino fundamental, como apontam os exames nacionais realizados pelo Ministério da Educação. Com uma proposta de ensino diferenciada, apoiada por material didático que contempla os Planos Curriculares Nacionais, definidos pelo Ministério da Educação e Cultura, o CTC reúne material didático preparado por educadores, especialistas em didática e cientistas, associado a uma gama de materiais interativos para o desenvolvimento de atividades de investigação em sala de aula:

"Notamos que o aprendizado das crianças é muito estimulado pelo CTC, e que também é possível estender os conhecimentos trabalhados para outras disciplinas como português e matemática em função do fato de que as aulas estimulam a leitura, anotações de registros e cálculos", comemora Almeida.

Formação de professores em Amparo

A Secretaria de Educação de Amparo (SP) promoveu no último dia 11/05 um programa de formação de professores do Ensino Fundamental voltado para a disciplina de Ciências, ministrada nas Escolas Públicas da cidade por meio do Programa Ciência e Tecnologia com Criatividade, da Sangari Brasil.

Segundo Alessandra Rodrigues de Almeida, Secretária Municipal de Educação de Amparo, o CTC, implementado em 2008 para 450 alunos do 4° ano do Ensino Fundamental, chegou em 2009 a 1.300 estudantes dos 3º, 4º e 5º anos:

"O CTC tem uma variedade de materiais e atividades que exigem a formação dos professores de modo continuado. Esta etapa tem por objetivo mostrar aos professores que vão adotar o programa todo o potencial da solução, que integra livros didáticos, materiais para que os alunos testem experiências em sala de aula e construam suas próprias conclusões", assinala.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Formação continuada de professores

A pesquisa da RITLA procurou avaliar a opinião dos professores sobre o programa de formação continuada desenvolvido no Ciência em Foco, um dos principais componentes do programa, uma vez que cabe ao professor atuar como um facilitador no processo de construção do aprendizado. Segundo os dados da pesquisa:

1) O processo de formação ocorreu para 56,8% dos professores. Para 34,2%, a formação/orientação ocorreu algumas vezes, não sendo uma atividade recorrente. 9,0% afirmaram não terem recebido qualquer formação


2) Para 88,6% dos professores, o conteúdo trabalhado nas formações realizadas foi considerado entre ótimo (37,8%) e bom (50,8%). Esta mesma opinião foi obtida na avaliação sobre o material distribuído, considerado como ótimo para 50,2% e bom para 37,5%


3) Na avaliação dos docentes sobre as atividades de formação/orientação, 56,4% afirmaram que essas atividades ampliaram seus conhecimentos; 52% afirmaram que as atividades atenderam aos objetivos do Programa e apenas 3,9% as consideraram insuficientes.


Veja no vídeo abaixo depoimentos de professores e diretores sobre o uso do Ciência em Foco em sala de aula. 


httpv://www.youtube.com/watch?v=CWJMOra2Nhk