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terça-feira, 30 de junho de 2009

Sono criativo



Está com bloqueio de criatividade?

Vai dormir que melhora!

Isso é o que diz a pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os norte-americanos descobriram que o sono REM (sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos") também conhecido como sono paradoxal estimula a criatividade e a solução de problemas.

O estudo foi coordenado pela pesquisadora Sara Mednick, e comprovou que a fase REM estimula diretamente o processamento criativo mais do que qualquer outra fase do sono, ou mesmo durante o período em que se está acordado.

"Verificamos que, para questões ligadas ao que a pessoa está trabalhando no momento, a passagem do tempo é suficiente para encontrar as soluções. Entretanto, para novos problemas, apenas o sono REM é capaz de aumentar a criatividade", disse Sara.

Segundo a pesquisadora, o sono REM permite que o cérebro estabeleça ligações novas e úteis entre idéias não relacionadas, favorecendo a capacidade criativa do indivíduo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sabe mais quem pratica esporte



Este é o título da matéria do jornal Correio Brasiliense sobre a pesquisa realizada pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, que concluiu que notas na escola aumentam quando crianças mantêm uma atividade física regular.

O estudo mostra que o exercício físico pode aumentar a capacidade dos estudantes de prestar atenção, consequentemente, melhora o desempenho nas provas. A pesquisa submeteu estudantes com idade entre 9 e 10 anos a testes de raciocínio antes e depois de caminharem em uma esteira por 20 minutos, em dias diferentes.

A atividade física fez com que as crianças melhorassem a compreensão da leitura. O trabalho foi liderado pelo professor de neurociência e cinesiologia, Charles Hillman e o trabalho foi publicado na revista cientifica Developmental Psychology, de Washington (EUA).

Para conferir a matéria do Correio Braziliense,
clique aqui

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A etapa qualitativa da pesquisa

A etapa qualitativa da pesquisa da RITLA envolveu 307 participantes em 16 unidades escolares previamente selecionadas nas 14 Delegacias Regionais de Ensino do Distrito Federal, efetivando-se por intermédio dos procedimentos listados a seguir. Na coluna relativa à estratégia utilizada, o número de grupos focais realizados encontra-se entre parênteses.


Além desses procedimentos, o estudo foi enriquecido por informações colhidas através da observação direta, in loco, das condições de funcionamento do Ciência em Foco pelos pesquisadores envolvidos nas duas etapas. No vídeo abaixo, conheça experimentos científicos realizados por alunos em função dos conhecimentos adquiridos na sala de aula.



Fonte: RITLA

Amostra da pesquisa

Foi desenhada uma amostra cujos resultados pudessem ser generalizados para o universo dos principais atores envolvidos, quais sejam, alunos e professores. A unidade primária de sorteio foi a turma, composta por 10 alunos cada. Assim, foram sorteadas 200 delas, distribuídas em 172 escolas, localizadas em 14 Diretorias Regionais de Ensino do Distrito Federal. 

Em cada uma dessas turmas foram aplicados questionários individualmente aos 10 alunos, escolhidos aleatoriamente, e distribuídos instrumentos auto-aplicáveis a 3 professores do primeiro segmento do Ensino Fundamental. A tabela seguinte apresenta, na primeira coluna, o número total de sujeitos entrevistados; na segunda, o efetivamente realizado e, na terceira, a porcentagem de alcance do trabalho de campo.



Fonte: RITLA

A pesquisa da RITLA


A pesquisa da RITLA sobre a eficácia do Programa Ciência em Foco optou por realizar uma avaliação do tipo diagnóstica, uma opção metodológica considerada capaz de revelar e mapear as consequências dos resultados alcançados tanto de forma direta - isto é, pretendidos - quanto indireta - ou seja, não-antecipados. 


Com isso foi possível identificar, caracterizar e analisar, através do confronto dos dados e informações recolhidos nas etapas quantitativa e qualitativa, a eficiência e pertinência das diferentes estratégias, através das quais se busca atingir os objetivos do Programa Ciência em Foco.