O evento faz parte da Semana do Idoso e prossegue até o dia 2 de outubro
Abrindo as atividades pela Semana do Idoso, o Museu da Vida realiza uma programação especial para marcar a data – comemorada oficialmente nesta segunda-feira, dia 27 - no campus da Fiocruz, em Manguinhos. A peça “Lição de Botânica”, que faz uma viagem ao Rio de Janeiro do começo do século 20, será apresentada nesta terça-feira, dia 28, a partir das 13h30, na Tenda da Ciência. O cenário inclui buquês, plantas tropicais e diversas flores, para contar a trajetória do Barão Sigismundo de Kernoberg.
O cientista tenta impedir que o sobrinho se case, mas acaba se apaixonando. Logo depois do encerramento do espetáculo, haverá um debate com os atores. Além dessa peça, o público poderá fazer um passeio pelo campus com apoio de monitores, visita ao borboletário, jogos sobre biodiversidade, bem como participar do bate-papo ‘Árvores e Plantas do Campus de Manguinhos’, com Miguel Oliveira, Waldir Ribeiro e Tiago Andrade. Eles vão conversar sobre a flora do campus de Manguinhos e distribuem mudas. O bate-papo é a partir das 15h30, na quarta-feira, com saída do Centro de Recepção. Mas, se chover, a atividade será suspensa.
O Museu da Vida fica aberto de terça a sexta-feira, das 9 às 16h30, e no sábado, das 10 às 16 horas. A visitação é gratuita, e o endereço é Av. Brasil, 4.365, em Manguinhos. Mais informações, e a p rogramação completa da Semana do Idoso, podem ser obtidas pelo telefone 2590-6747 e no site do Museu da Vida: www.museudavida.fiocruz.br
Fonte: Museu da Vida
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Sangari promove curso de formação de 1.300 professores no Rio de Janeiro
"A formação nos dá uma visão global sobre as unidades e as vivências de que precisamos para dar início aos trabalhos", diz professora
A equipe de tutores da Sangari iniciou mais um trabalho de formação de professores das escolas que fazem parte do programa Cientistas do Amanhã, da rede pública do município do Rio de Janeiro. O total estimado de professores participantes é de 1.300. Estão mobilizados 17 tutores sediados na filial do Rio de Janeiro.
A cada início de trimestre é realizado um encontro coletivo com os professores que atuam no programa, para capacitá-los sobre os conteúdos das novas unidades e para aprimorar seus conhecimentos na área de Ciências.
O curso está dividido em dois períodos. O primeiro foi realizado nos dias 22 e 23 de setembro, e o segundo será de 4 a 8 de outubro.
Estão sendo trabalhadas as unidades do terceiro trimestre: Animais, Vida das Plantas, Solo, Tempo e Clima, Ecossistemas, Água, Solo e Rocha, Diversidade das Plantas, Regulação e Reprodução no Organismo Humano e Mecânica. São oferecidas, simultaneamente, oficinas com as unidades temáticas do Programa CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade, com duração aproximada de quatro horas, nos períodos da manhã e tarde.
"A formação da Sangari é de grande importância na apresentação do tema a ser trabalhado, nos dando uma visão global sobre as unidades e as vivências de que precisamos para dar início a nossos trabalhos. Sem a formação, não teríamos tempo para essa análise do conteúdo a ser aplicado, porque na agitação da sala de aula não seria possível esse primeiro contato", relata a professora Luciana Maria de Lima Santos, da Escola Municipal Paula Brito.
A Sangari, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, vem investindo desde fevereiro deste ano em espaços de formação coletiva para educadores da rede. O programa no Rio atende mais de 100 mil alunos e 2 mil professores, do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.
"O projeto do Cientistas do Amanhã foi o melhor investimento em educação feito pela Prefeitura do Rio de Janeiro. É um projeto bem estruturado, a logística da Sangari é excelente e, acima de tudo, os temas e materiais das aulas são maravilhosos", afirma Thaís Cuba Cardoso Nunes, coordenadora pedagógica.
Os professores também podem se orientar por meio dos Fóruns Temáticos do "Cientistas do Amanhã", excelente ferramenta de troca de conhecimentos na qual os tutores da Sangari tiram dúvidas dos professores e debatem os conteúdos. (visite o site)
A equipe de tutores da Sangari iniciou mais um trabalho de formação de professores das escolas que fazem parte do programa Cientistas do Amanhã, da rede pública do município do Rio de Janeiro. O total estimado de professores participantes é de 1.300. Estão mobilizados 17 tutores sediados na filial do Rio de Janeiro.
A cada início de trimestre é realizado um encontro coletivo com os professores que atuam no programa, para capacitá-los sobre os conteúdos das novas unidades e para aprimorar seus conhecimentos na área de Ciências.
O curso está dividido em dois períodos. O primeiro foi realizado nos dias 22 e 23 de setembro, e o segundo será de 4 a 8 de outubro.
Estão sendo trabalhadas as unidades do terceiro trimestre: Animais, Vida das Plantas, Solo, Tempo e Clima, Ecossistemas, Água, Solo e Rocha, Diversidade das Plantas, Regulação e Reprodução no Organismo Humano e Mecânica. São oferecidas, simultaneamente, oficinas com as unidades temáticas do Programa CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade, com duração aproximada de quatro horas, nos períodos da manhã e tarde.
"A formação da Sangari é de grande importância na apresentação do tema a ser trabalhado, nos dando uma visão global sobre as unidades e as vivências de que precisamos para dar início a nossos trabalhos. Sem a formação, não teríamos tempo para essa análise do conteúdo a ser aplicado, porque na agitação da sala de aula não seria possível esse primeiro contato", relata a professora Luciana Maria de Lima Santos, da Escola Municipal Paula Brito.
A Sangari, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, vem investindo desde fevereiro deste ano em espaços de formação coletiva para educadores da rede. O programa no Rio atende mais de 100 mil alunos e 2 mil professores, do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.
"O projeto do Cientistas do Amanhã foi o melhor investimento em educação feito pela Prefeitura do Rio de Janeiro. É um projeto bem estruturado, a logística da Sangari é excelente e, acima de tudo, os temas e materiais das aulas são maravilhosos", afirma Thaís Cuba Cardoso Nunes, coordenadora pedagógica.
Os professores também podem se orientar por meio dos Fóruns Temáticos do "Cientistas do Amanhã", excelente ferramenta de troca de conhecimentos na qual os tutores da Sangari tiram dúvidas dos professores e debatem os conteúdos. (visite o site)
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Dia Mundial sem Carro: um compromisso com a saúde do planeta
Vinte e dois de setembro é dia de deixar o carro em casa e utilizar transporte público, tirar a bicicleta do gancho, caminhar ou mesmo pedir carona.
O Dia Mundial sem Carro deste ano prevê, na verdade, a Semana de Mobilidade Sustentável. Quem quiser e puder, deve aderir ao movimento por sete dias consecutivos.
Mais de 150 municípios brasileiros organizarão atividades como palestras, oficinas e passeios ciclísticos. A proposta é refletir e se conscientizar quanto à necessidade de reduzir o uso de transportes particulares e investir mais no transporte público de qualidade, acima de tudo no menos poluente.
Pesquisa divulgada na quinta-feira (16/09) pelo movimento Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, revela que 96% das pessoas na cidade de São Paulo considera a qualidade do ar “muito ruim”. Apresentada na Câmara Municipal de São Paulo, a pesquisa revela que o tempo médio de percurso para um motorista realizar suas atividades diárias é de duas horas e 42 minutos.
O pesquisador José Domingos Vasconcelos, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Sangari Brasil, observa que o biocombustível liberado na atmosfera fica no interior da terra por milhões de anos, aumentando o efeito estufa. "Por isso, é preciso usar mais combustíveis renováveis, como o etanol, em vez da gasolina, utilizando carros flex, que oferecem a possibilidade de escolher o combustível, álcool ou gasolina”.
Ainda segundo o pesquisador, para que ocorra a redução da poluição e do trânsito, é preciso “usar menos transporte individual e exigir uma política pública que dê ênfase à questão coletiva e privilegie o transporte público”.
Programação na cidade de São Paulo: http://nossasaopaulo.org.br/portal/node/12505
O Dia Mundial sem Carro deste ano prevê, na verdade, a Semana de Mobilidade Sustentável. Quem quiser e puder, deve aderir ao movimento por sete dias consecutivos.
Mais de 150 municípios brasileiros organizarão atividades como palestras, oficinas e passeios ciclísticos. A proposta é refletir e se conscientizar quanto à necessidade de reduzir o uso de transportes particulares e investir mais no transporte público de qualidade, acima de tudo no menos poluente.
Pesquisa divulgada na quinta-feira (16/09) pelo movimento Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, revela que 96% das pessoas na cidade de São Paulo considera a qualidade do ar “muito ruim”. Apresentada na Câmara Municipal de São Paulo, a pesquisa revela que o tempo médio de percurso para um motorista realizar suas atividades diárias é de duas horas e 42 minutos.
O pesquisador José Domingos Vasconcelos, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Sangari Brasil, observa que o biocombustível liberado na atmosfera fica no interior da terra por milhões de anos, aumentando o efeito estufa. "Por isso, é preciso usar mais combustíveis renováveis, como o etanol, em vez da gasolina, utilizando carros flex, que oferecem a possibilidade de escolher o combustível, álcool ou gasolina”.
Ainda segundo o pesquisador, para que ocorra a redução da poluição e do trânsito, é preciso “usar menos transporte individual e exigir uma política pública que dê ênfase à questão coletiva e privilegie o transporte público”.
Programação na cidade de São Paulo: http://nossasaopaulo.org.br/portal/node/12505
Clinton abre encontro anual em NY; sessão especial discute a paz no Oriente Médio
Sessão de abertura define agenda do evento, que inclui discurso de Ben Sangari sobre educação
Bill Clinton abriu em Nova York, na manhã desta terça-feira (21/9), o 6º Encontro Anual da Clinton Global Initiative (CGI) e anunciou que 67 atuais e ex-chefes de Estado, mais de 600 líderes empresariais e mais de 500 líderes de ONGs e organizações filantrópicas participam do evento. Um dos destaques da programação no primeiro dia foi a sessão especial “A Paz e Além da Paz no Oriente Médio”, com a participação do próprio ex-presidente dos Estados Unidos junto com o presidente de Israel, Shimon Peres, o primeiro ministro da Autoridade Nacional Palestina, Salam Fayyad, e o príncipe Salman Bin Hamad Al-Khalifa, do Bahrein.
Nesta quarta-feira, às 17 horas, o presidente da Sangari Brasil, Ben Sangari, fala no grupo de trabalho encontro , que reúne lideranças internacionais para tratar dos grandes desafios globais e de soluções práticas para enfrentá-los. O discurso do empresário marcará a abertura dos trabalhos do grupo de discussão de temas relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Ben Sangari tratará de estratégias de desenvolvimento econômico e social que envolvem essas áreas de conhecimento.
Na sessão plenária de abertura, Clinton e quatro panelistas discutiram como empresas, governos, instituições sem fins lucrativos, fundações e outros investidores podem colaborar para empoderar os pobres, melhorar o acesso à educação e ao atendimento em saúde, desenvolver fontes alternativas de energia e criar um meio ambiente mais limpo. Clinton anunciou também 17 novos Compromissos para a Ação, especialmente voltados para prover alívio imediato e soluções de longo prazo a áreas afetadas por desastres no Haiti, na Costa do Golfo e no Paquistão. Desde o devastador terremoto que atingiu o Haiti em janeiro, membros do CGI já fizeram compromissos no valor de US$ 224 milhões para ajudar na reconstrução do país.
Na sessão de abertura também foi definida a agenda de discussões dos próximos dias. O ex-presidente norte-americano apresentou oportunidades para os participantes agirem em benefício de milhões de pessoas em todo o planeta. Ao longo da semana, integrantes da CGI estabelecerão contatos entre si, compartilharão insights e ideias e formarão parcerias que fortalecerão o trabalho deles nos próximos anos."Integrantes do CGI vêm de 90 países diferentes, falam muitas línguas, trabalham em todos os setores e abordam problemas de maneira muito particular,” afirmou Clinton. “Mas, juntos, o desejo e a capacidade deles de construir um mundo melhor para nossas crianças e netos têm resultado em 1.946 compromissos, avaliados em US$ 63 bilhões, os quais já melhoraram cerca de 300 milhões de vidas."
Bill Clinton abriu em Nova York, na manhã desta terça-feira (21/9), o 6º Encontro Anual da Clinton Global Initiative (CGI) e anunciou que 67 atuais e ex-chefes de Estado, mais de 600 líderes empresariais e mais de 500 líderes de ONGs e organizações filantrópicas participam do evento. Um dos destaques da programação no primeiro dia foi a sessão especial “A Paz e Além da Paz no Oriente Médio”, com a participação do próprio ex-presidente dos Estados Unidos junto com o presidente de Israel, Shimon Peres, o primeiro ministro da Autoridade Nacional Palestina, Salam Fayyad, e o príncipe Salman Bin Hamad Al-Khalifa, do Bahrein.
Nesta quarta-feira, às 17 horas, o presidente da Sangari Brasil, Ben Sangari, fala no grupo de trabalho encontro , que reúne lideranças internacionais para tratar dos grandes desafios globais e de soluções práticas para enfrentá-los. O discurso do empresário marcará a abertura dos trabalhos do grupo de discussão de temas relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Ben Sangari tratará de estratégias de desenvolvimento econômico e social que envolvem essas áreas de conhecimento.
Na sessão plenária de abertura, Clinton e quatro panelistas discutiram como empresas, governos, instituições sem fins lucrativos, fundações e outros investidores podem colaborar para empoderar os pobres, melhorar o acesso à educação e ao atendimento em saúde, desenvolver fontes alternativas de energia e criar um meio ambiente mais limpo. Clinton anunciou também 17 novos Compromissos para a Ação, especialmente voltados para prover alívio imediato e soluções de longo prazo a áreas afetadas por desastres no Haiti, na Costa do Golfo e no Paquistão. Desde o devastador terremoto que atingiu o Haiti em janeiro, membros do CGI já fizeram compromissos no valor de US$ 224 milhões para ajudar na reconstrução do país.
Na sessão de abertura também foi definida a agenda de discussões dos próximos dias. O ex-presidente norte-americano apresentou oportunidades para os participantes agirem em benefício de milhões de pessoas em todo o planeta. Ao longo da semana, integrantes da CGI estabelecerão contatos entre si, compartilharão insights e ideias e formarão parcerias que fortalecerão o trabalho deles nos próximos anos."Integrantes do CGI vêm de 90 países diferentes, falam muitas línguas, trabalham em todos os setores e abordam problemas de maneira muito particular,” afirmou Clinton. “Mas, juntos, o desejo e a capacidade deles de construir um mundo melhor para nossas crianças e netos têm resultado em 1.946 compromissos, avaliados em US$ 63 bilhões, os quais já melhoraram cerca de 300 milhões de vidas."
Ben Sangari faz discurso de abertura em grupo de trabalho da Clinton Global Initiative
Presidente da Sangari Brasil abre painel que envolve setores de ciência, tecnologia, engenharia e matemáticaO presidente da Sangari Brasil, Ben Sangari, falará em Nova York nesta semana, na reunião da Clinton Global Initiative (CGI), que reúne lideranças de todo o mundo para tratar dos grandes desafios globais e de soluções práticas para enfrentá-los. O discurso do empresário marcará a abertura dos trabalhos do grupo de discussão de temas relacionados a ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Ben Sangari tratará de estratégias de desenvolvimento econômico e social que envolvem esse grupo de áreas de conhecimento, conhecido como STEM.
"Uma das necessidades urgentes para a sustentabilidade da vida no planeta hoje é ampliar o acesso ao conhecimento, é dar instrumentos ao cidadão de todos os níveis sociais e econômicos para compreender os grandes riscos e oportunidades do século 21, e o segmento STEM é uma espécie de 'tronco' desenvolvedor desse processo", diz o empresário, que é físico nuclear. "Quem atua nesse segmento precisa trabalhar para popularizar a cultura científica, desde a infância, para fomentar uma visão crítica, analítica, cuidadosa e responsável sobre temas que vão desde o aquecimento global e a engenharia genética até o combate efetivo à pobreza e as demandas da economia do conhecimento."
Entre os participantes da Clinton Global Initiative deste ano estão Melinda Gates, co-diretora da Fundação Bill & Melinda Gates, Jan Balkenende, primeiro-ministro da Holanda, Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, Jack Dorsey, executivo-chefe, co-fundador e presidente do Twitter e Judith Rodin, presidente da Fundação Rockefeller. Pela Sangari participarão, além de Ben Sangari, fundador e presidente da Sangari Brasil, Jorge Werthein, vice da Sangari Brasil e presidente da Sangari Argentina, e Chris Cerf, presidente da Sangari USA.
Espaço e reconhecimento
“Em um encontro com tantos e tão importantes representantes de governos, empresas e organizações não governamentais de todo o planeta, ter espaço para falar sobre construção da capacidade produtiva só poderia me encher de honra e de alegria”, observa Ben Sangari, idealizador do Programa CTC! – Ciência e Tecnologia com Criatividade, método inovador de ensino e aprendizagem de Ciências, destinado a estudantes do nível fundamental. Atualmente, o CTC beneficia mais de 500 mil alunos de escolas públicas e particulares no Brasil e na Argentina.
A educação será tema de debate, entre outras questões contemporâneas, em grupos formados não só para discutir, mas também para propor soluções práticas, de rápida implementação.
Lançada em 2005 pelo ex-presidente Bill Clinton, a Clinton Global Initiative (CGI) tem o propósito de transformar ideais em ações e ajudar o mundo a avançar colaborativamente para além da globalização econômica. Com a CGI, o líder norte-americano quer integrar a comunidade internacional, de forma que sejam compartilhados benefícios, responsabilidades e valores. Ao reunir líderes de diferentes origens e formações, a CGI canaliza capacidades de indivíduos e organizações, que têm a oportunidade de formular soluções de parceria, desburocratizadas e rápidas, para questões globais.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sangari leva experiência de Educação à Clinton Global Initiative
Ex-presidente dos EUA reúne lideranças mundiais para discutir desafios e soluções para o planeta
Lideranças de diversos países se reúnem em Nova York, nos dias 20 a 23 de setembro, para debater os principais desafios mundiais contemporâneos. No Encontro Anual da Clinton Global Initiative (CGI), eles terão a missão de identificar áreas críticas para ação e colaboração em diversos setores, como educação, meio ambiente, energia, saúde e pobreza. A Sangari é a única empresa brasileira da área de educação convidada a participar do evento.
Temas como a educação e a emancipação econômica das mulheres, empregos verdes, a evolução dos programas de microcrédito, a conexão urbana e a gestão do crescimento global, entre outros, serão tratados nas chamadas redes de ação, que são grupos formados para discutir a fundo determinados problemas e propor soluções práticas, de rápida implementação. A Sangari leva a experiência de sua inovadora metodologia de ensino de Ciências, que neste ano está beneficiando 460 mil alunos de escolas públicas no Brasil.
Nomes como Melinda Gates, co-diretora da Fundação Bill & Melinda Gates, Jan Balkenende, primeiro-ministro da Holanda, Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, Jack Dorsey (executivo-chefe, co-fundador e presidente do Twitter) e Judith Rodin (presidente da Fundação Rockefeller) estão na lista de participantes. Pela Sangari participarão Ben Sangari, fundador e presidente da Sangari Brasil, Jorge Werthein, vice da Sangari Brasil e presidente da Sangari Argentina, e Chris Cerf, presidente da Sangari USA.
Lançada em 2005 pelo ex-presidente Bill Clinton, a Clinton Global Initiative (CGI) tem o propósito de transformar ideais em ações e ajudar o mundo a avançar colaborativamente para além da globalização econômica. Com a CGI, o líder norte-americano quer integrar a comunidade internacional, de forma que sejam compartilhados benefícios, responsabilidades e valores. Ao reunir líderes de diferentes origens e formações, a CGI canaliza capacidades de indivíduos e organizações, que têm a oportunidade de formular soluções de parceria, desburocratizadas e rápidas, para questões globais.
Entusiasmo
Clinton conheceu a metodologia da Sangari e se entusiasmou. Em junho passado, o ex-presidente esteve na Argentina e destacou o trabalho de Ben Sangari na Educação. A metodologia brasileira para o ensino de Ciências tem ajudado a produzir melhoras rápidas no desempenho de alunos, inclusive em escolas públicas situadas em áreas de conflito.
Os encontros anuais da CGI já reuniram mais de 125 chefes e ex-chefes de Estado, 15 prêmios Nobel da Paz, centenas de presidentes de empresas líderes, filantropos e diretores das ONGs mais atuantes, além de representantes dos principais meios de comunicação. Os integrantes da CGI já assumiram aproximadamente 1.700 compromissos, movimentando recursos avaliados em US$ 57 bilhões, os quais contribuíram para melhoraram a vida de mais de 220 milhões de vidas em 170 países.
Do encontro deste ano participam também Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, Angela Cropper, vice-diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Ngozi Okonjo-Iweala, diretor administrativo do Banco Mundial, Hamad Bin Jassim Bin Jabr Al-Thani, primeiro-ministro do Catar, Massimo D'Alema, ex-primeiro-ministro da Itália, Laura Bush, ex-primeira-dama dos EUA, John Chambers, CEO da Cisco, Muhtar Kent, diretor e presidente da Coca-Cola, Dina Powell, chefe global de Corporate Engagement, do Goldman Sachs, Jane Nelson, diretor da Iniciativa Responsabilidade Social nas Empresas da Harvard Kennedy School, entre outros.
Lideranças de diversos países se reúnem em Nova York, nos dias 20 a 23 de setembro, para debater os principais desafios mundiais contemporâneos. No Encontro Anual da Clinton Global Initiative (CGI), eles terão a missão de identificar áreas críticas para ação e colaboração em diversos setores, como educação, meio ambiente, energia, saúde e pobreza. A Sangari é a única empresa brasileira da área de educação convidada a participar do evento.
Temas como a educação e a emancipação econômica das mulheres, empregos verdes, a evolução dos programas de microcrédito, a conexão urbana e a gestão do crescimento global, entre outros, serão tratados nas chamadas redes de ação, que são grupos formados para discutir a fundo determinados problemas e propor soluções práticas, de rápida implementação. A Sangari leva a experiência de sua inovadora metodologia de ensino de Ciências, que neste ano está beneficiando 460 mil alunos de escolas públicas no Brasil.
Nomes como Melinda Gates, co-diretora da Fundação Bill & Melinda Gates, Jan Balkenende, primeiro-ministro da Holanda, Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, Jack Dorsey (executivo-chefe, co-fundador e presidente do Twitter) e Judith Rodin (presidente da Fundação Rockefeller) estão na lista de participantes. Pela Sangari participarão Ben Sangari, fundador e presidente da Sangari Brasil, Jorge Werthein, vice da Sangari Brasil e presidente da Sangari Argentina, e Chris Cerf, presidente da Sangari USA.
Lançada em 2005 pelo ex-presidente Bill Clinton, a Clinton Global Initiative (CGI) tem o propósito de transformar ideais em ações e ajudar o mundo a avançar colaborativamente para além da globalização econômica. Com a CGI, o líder norte-americano quer integrar a comunidade internacional, de forma que sejam compartilhados benefícios, responsabilidades e valores. Ao reunir líderes de diferentes origens e formações, a CGI canaliza capacidades de indivíduos e organizações, que têm a oportunidade de formular soluções de parceria, desburocratizadas e rápidas, para questões globais.
Entusiasmo
Clinton conheceu a metodologia da Sangari e se entusiasmou. Em junho passado, o ex-presidente esteve na Argentina e destacou o trabalho de Ben Sangari na Educação. A metodologia brasileira para o ensino de Ciências tem ajudado a produzir melhoras rápidas no desempenho de alunos, inclusive em escolas públicas situadas em áreas de conflito.
Os encontros anuais da CGI já reuniram mais de 125 chefes e ex-chefes de Estado, 15 prêmios Nobel da Paz, centenas de presidentes de empresas líderes, filantropos e diretores das ONGs mais atuantes, além de representantes dos principais meios de comunicação. Os integrantes da CGI já assumiram aproximadamente 1.700 compromissos, movimentando recursos avaliados em US$ 57 bilhões, os quais contribuíram para melhoraram a vida de mais de 220 milhões de vidas em 170 países.
Do encontro deste ano participam também Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, Angela Cropper, vice-diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Ngozi Okonjo-Iweala, diretor administrativo do Banco Mundial, Hamad Bin Jassim Bin Jabr Al-Thani, primeiro-ministro do Catar, Massimo D'Alema, ex-primeiro-ministro da Itália, Laura Bush, ex-primeira-dama dos EUA, John Chambers, CEO da Cisco, Muhtar Kent, diretor e presidente da Coca-Cola, Dina Powell, chefe global de Corporate Engagement, do Goldman Sachs, Jane Nelson, diretor da Iniciativa Responsabilidade Social nas Empresas da Harvard Kennedy School, entre outros.
Sangari prepara professores e desperta entusiasmo dos alunos, diz especialista
Parecer técnico recomenda adoção da metodologia de ensino de Ciências em escolas públicas
A metodologia Sangari para o ensino de Ciências é uma solução que contribui para "melhorar o desempenho do professor e, consequentemente, o interesse, entusiasmo pela Ciência e a aprendizagem do aluno.” A constatação é de Maria Madalena Rodrigues dos Santos, especialista em Educação com renome internacional, que analisou e emitiu um parecer técnico de alto nível sobre a metodologia brasileira. O programa, afirma ela, “apresenta uma proposta interessante e inovadora, e vem solucionar questões essenciais", preenchendo no Brasil "um vazio no ensino das Ciências no Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano”.
O parecer da especialista é mais um reconhecimento da qualidade e da eficácia da metodologia Sangari, que já recebeu aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre outras instituições internacionais. Doutora em Educação pela George Washington University, mestre em Educação pela California State University, Madalena foi professora titular de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), atuou no governo de Pernambuco e no Ministério da Educação, foi Country Sector Leader dos Setores Sociais do Banco Mundial para o Brasil e hoje atua como consultora e especialista sênior em Educação para o Banco Mundial.
O parecer da especialista recomenda a adoção do programa da Sangari nas redes públicas: “Espera-se que o poder público possa examinar a viabilidade da oferta de maneira sustentável desse programa nas escolas públicas para que se desenvolvam gerações de alunos críticos, criativos, participativos e inovadores, e com as competências necessárias ao desenvolvimento individual de cada um e de um país que enfrenta um cenário internacional de grande competitividade”.
Elementos de sucesso
Madalena visitou escolas públicas que adotam o programa e fez avaliações detalhadas. Num trecho do parecer ela destaca o resultado da boa formação do professor, sua autonomia na sala de aula e a adequação de planos de aula, materiais e equipamentos. “Assinalamos em todas as aulas: (a) o domínio do (a) professor (a) sobre o conteúdo do que estava sendo transmitindo e o uso da metodologia adequada para ensinar aquele conteúdo; (b) bom uso dos materiais, tecnologia e equipamento disponíveis; (c) utilização adequada de trabalhos em grupo; e (d) total envolvimento dos alunos”, afirma a especialista.
“Consideramos que o programa contém os elementos dos programas que têm sucesso”, diz o parecer, citando a sistematização dos conhecimentos, o treinamento dos professores, livros e materiais didáticos em apoio ao currículo, equipamento e outros materiais didáticos para apoiar o processo ensino-aprendizagem, acompanhamento e assistência técnica ao professor e avaliação da implementação e do impacto do programa.
A consultora destaca ainda duas características fundamentais para o êxito no ensino de Ciências: a metodologia adapta os conhecimentos de Ciência ao nível e interesse da criança e melhora o conhecimento científico e a habilidade e confiança do professor em ensinar Ciências, levando-o a comprometer-se mais com o aprendizado do aluno. Madalena diz que sua análise "leva a afirmar que efetivamente o programa prepara adequadamente os professores no uso de metodologias que facilitam a aprendizagem dos alunos”.
Aprovação internacional
Além deste parecer de alto nível, do reconhecimento da Unesco e do BID, a metodologia Sangari tem a aprovação internacional de instituições como a Associação Nacional dos Professores de Ciências dos Estados Unidos (NSTA, na sigla em inglês), da Fundação Clinton, da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), entre outras.
Os programas de ensino de Ciências utilizando a metodologia Sangari já beneficiaram pelo menos 674 mil estudantes da escola fundamental no Brasil, em escolas públicas e particulares. Hoje, 500 mil estudantes das redes públicas do Distrito Federal, do município do Rio de Janeiro e da cidade de Botucatu (SP), além de escolas particulares de todo o Brasil, aprendem Ciências com o conteúdo, os equipamentos e os materiais do CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade, o nome dado ao programa da Sangari.
Desenvolvida e aperfeiçoada ao longo de dez anos, a metodologia Sangari está sendo exportada para outros países. Na Argentina, foi implementada em escolas públicas das províncias de Buenos Aires e Tucumán, num programa do Ministério da Educação da Argentina com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Nos Estados Unidos, projetos pilotos estão senso executados em escolas públicas de diferentes estados. Em 2010, os projetos envolvem Nova Jersey, Massachusets, Misouri, Colorado e Pensilvânia.
A metodologia Sangari para o ensino de Ciências é uma solução que contribui para "melhorar o desempenho do professor e, consequentemente, o interesse, entusiasmo pela Ciência e a aprendizagem do aluno.” A constatação é de Maria Madalena Rodrigues dos Santos, especialista em Educação com renome internacional, que analisou e emitiu um parecer técnico de alto nível sobre a metodologia brasileira. O programa, afirma ela, “apresenta uma proposta interessante e inovadora, e vem solucionar questões essenciais", preenchendo no Brasil "um vazio no ensino das Ciências no Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano”.
O parecer da especialista é mais um reconhecimento da qualidade e da eficácia da metodologia Sangari, que já recebeu aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre outras instituições internacionais. Doutora em Educação pela George Washington University, mestre em Educação pela California State University, Madalena foi professora titular de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), atuou no governo de Pernambuco e no Ministério da Educação, foi Country Sector Leader dos Setores Sociais do Banco Mundial para o Brasil e hoje atua como consultora e especialista sênior em Educação para o Banco Mundial.
O parecer da especialista recomenda a adoção do programa da Sangari nas redes públicas: “Espera-se que o poder público possa examinar a viabilidade da oferta de maneira sustentável desse programa nas escolas públicas para que se desenvolvam gerações de alunos críticos, criativos, participativos e inovadores, e com as competências necessárias ao desenvolvimento individual de cada um e de um país que enfrenta um cenário internacional de grande competitividade”.
Elementos de sucesso
Madalena visitou escolas públicas que adotam o programa e fez avaliações detalhadas. Num trecho do parecer ela destaca o resultado da boa formação do professor, sua autonomia na sala de aula e a adequação de planos de aula, materiais e equipamentos. “Assinalamos em todas as aulas: (a) o domínio do (a) professor (a) sobre o conteúdo do que estava sendo transmitindo e o uso da metodologia adequada para ensinar aquele conteúdo; (b) bom uso dos materiais, tecnologia e equipamento disponíveis; (c) utilização adequada de trabalhos em grupo; e (d) total envolvimento dos alunos”, afirma a especialista.
“Consideramos que o programa contém os elementos dos programas que têm sucesso”, diz o parecer, citando a sistematização dos conhecimentos, o treinamento dos professores, livros e materiais didáticos em apoio ao currículo, equipamento e outros materiais didáticos para apoiar o processo ensino-aprendizagem, acompanhamento e assistência técnica ao professor e avaliação da implementação e do impacto do programa.
A consultora destaca ainda duas características fundamentais para o êxito no ensino de Ciências: a metodologia adapta os conhecimentos de Ciência ao nível e interesse da criança e melhora o conhecimento científico e a habilidade e confiança do professor em ensinar Ciências, levando-o a comprometer-se mais com o aprendizado do aluno. Madalena diz que sua análise "leva a afirmar que efetivamente o programa prepara adequadamente os professores no uso de metodologias que facilitam a aprendizagem dos alunos”.
Aprovação internacional
Além deste parecer de alto nível, do reconhecimento da Unesco e do BID, a metodologia Sangari tem a aprovação internacional de instituições como a Associação Nacional dos Professores de Ciências dos Estados Unidos (NSTA, na sigla em inglês), da Fundação Clinton, da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), entre outras.
Os programas de ensino de Ciências utilizando a metodologia Sangari já beneficiaram pelo menos 674 mil estudantes da escola fundamental no Brasil, em escolas públicas e particulares. Hoje, 500 mil estudantes das redes públicas do Distrito Federal, do município do Rio de Janeiro e da cidade de Botucatu (SP), além de escolas particulares de todo o Brasil, aprendem Ciências com o conteúdo, os equipamentos e os materiais do CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade, o nome dado ao programa da Sangari.
Desenvolvida e aperfeiçoada ao longo de dez anos, a metodologia Sangari está sendo exportada para outros países. Na Argentina, foi implementada em escolas públicas das províncias de Buenos Aires e Tucumán, num programa do Ministério da Educação da Argentina com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Nos Estados Unidos, projetos pilotos estão senso executados em escolas públicas de diferentes estados. Em 2010, os projetos envolvem Nova Jersey, Massachusets, Misouri, Colorado e Pensilvânia.
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