Presidente da Sangari Brasil abre painel que envolve setores de ciência, tecnologia, engenharia e matemáticaterça-feira, 21 de setembro de 2010
Ben Sangari faz discurso de abertura em grupo de trabalho da Clinton Global Initiative
Presidente da Sangari Brasil abre painel que envolve setores de ciência, tecnologia, engenharia e matemáticasexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sangari leva experiência de Educação à Clinton Global Initiative
Lideranças de diversos países se reúnem em Nova York, nos dias 20 a 23 de setembro, para debater os principais desafios mundiais contemporâneos. No Encontro Anual da Clinton Global Initiative (CGI), eles terão a missão de identificar áreas críticas para ação e colaboração em diversos setores, como educação, meio ambiente, energia, saúde e pobreza. A Sangari é a única empresa brasileira da área de educação convidada a participar do evento.
Temas como a educação e a emancipação econômica das mulheres, empregos verdes, a evolução dos programas de microcrédito, a conexão urbana e a gestão do crescimento global, entre outros, serão tratados nas chamadas redes de ação, que são grupos formados para discutir a fundo determinados problemas e propor soluções práticas, de rápida implementação. A Sangari leva a experiência de sua inovadora metodologia de ensino de Ciências, que neste ano está beneficiando 460 mil alunos de escolas públicas no Brasil.
Nomes como Melinda Gates, co-diretora da Fundação Bill & Melinda Gates, Jan Balkenende, primeiro-ministro da Holanda, Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, Gro Harlem Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, Jack Dorsey (executivo-chefe, co-fundador e presidente do Twitter) e Judith Rodin (presidente da Fundação Rockefeller) estão na lista de participantes. Pela Sangari participarão Ben Sangari, fundador e presidente da Sangari Brasil, Jorge Werthein, vice da Sangari Brasil e presidente da Sangari Argentina, e Chris Cerf, presidente da Sangari USA.
Lançada em 2005 pelo ex-presidente Bill Clinton, a Clinton Global Initiative (CGI) tem o propósito de transformar ideais em ações e ajudar o mundo a avançar colaborativamente para além da globalização econômica. Com a CGI, o líder norte-americano quer integrar a comunidade internacional, de forma que sejam compartilhados benefícios, responsabilidades e valores. Ao reunir líderes de diferentes origens e formações, a CGI canaliza capacidades de indivíduos e organizações, que têm a oportunidade de formular soluções de parceria, desburocratizadas e rápidas, para questões globais.
Entusiasmo
Clinton conheceu a metodologia da Sangari e se entusiasmou. Em junho passado, o ex-presidente esteve na Argentina e destacou o trabalho de Ben Sangari na Educação. A metodologia brasileira para o ensino de Ciências tem ajudado a produzir melhoras rápidas no desempenho de alunos, inclusive em escolas públicas situadas em áreas de conflito.
Os encontros anuais da CGI já reuniram mais de 125 chefes e ex-chefes de Estado, 15 prêmios Nobel da Paz, centenas de presidentes de empresas líderes, filantropos e diretores das ONGs mais atuantes, além de representantes dos principais meios de comunicação. Os integrantes da CGI já assumiram aproximadamente 1.700 compromissos, movimentando recursos avaliados em US$ 57 bilhões, os quais contribuíram para melhoraram a vida de mais de 220 milhões de vidas em 170 países.
Do encontro deste ano participam também Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, Angela Cropper, vice-diretora executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Ngozi Okonjo-Iweala, diretor administrativo do Banco Mundial, Hamad Bin Jassim Bin Jabr Al-Thani, primeiro-ministro do Catar, Massimo D'Alema, ex-primeiro-ministro da Itália, Laura Bush, ex-primeira-dama dos EUA, John Chambers, CEO da Cisco, Muhtar Kent, diretor e presidente da Coca-Cola, Dina Powell, chefe global de Corporate Engagement, do Goldman Sachs, Jane Nelson, diretor da Iniciativa Responsabilidade Social nas Empresas da Harvard Kennedy School, entre outros.
Sangari prepara professores e desperta entusiasmo dos alunos, diz especialista
A metodologia Sangari para o ensino de Ciências é uma solução que contribui para "melhorar o desempenho do professor e, consequentemente, o interesse, entusiasmo pela Ciência e a aprendizagem do aluno.” A constatação é de Maria Madalena Rodrigues dos Santos, especialista em Educação com renome internacional, que analisou e emitiu um parecer técnico de alto nível sobre a metodologia brasileira. O programa, afirma ela, “apresenta uma proposta interessante e inovadora, e vem solucionar questões essenciais", preenchendo no Brasil "um vazio no ensino das Ciências no Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano”.
O parecer da especialista é mais um reconhecimento da qualidade e da eficácia da metodologia Sangari, que já recebeu aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entre outras instituições internacionais. Doutora em Educação pela George Washington University, mestre em Educação pela California State University, Madalena foi professora titular de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), atuou no governo de Pernambuco e no Ministério da Educação, foi Country Sector Leader dos Setores Sociais do Banco Mundial para o Brasil e hoje atua como consultora e especialista sênior em Educação para o Banco Mundial.
O parecer da especialista recomenda a adoção do programa da Sangari nas redes públicas: “Espera-se que o poder público possa examinar a viabilidade da oferta de maneira sustentável desse programa nas escolas públicas para que se desenvolvam gerações de alunos críticos, criativos, participativos e inovadores, e com as competências necessárias ao desenvolvimento individual de cada um e de um país que enfrenta um cenário internacional de grande competitividade”.
Elementos de sucesso
Madalena visitou escolas públicas que adotam o programa e fez avaliações detalhadas. Num trecho do parecer ela destaca o resultado da boa formação do professor, sua autonomia na sala de aula e a adequação de planos de aula, materiais e equipamentos. “Assinalamos em todas as aulas: (a) o domínio do (a) professor (a) sobre o conteúdo do que estava sendo transmitindo e o uso da metodologia adequada para ensinar aquele conteúdo; (b) bom uso dos materiais, tecnologia e equipamento disponíveis; (c) utilização adequada de trabalhos em grupo; e (d) total envolvimento dos alunos”, afirma a especialista.
“Consideramos que o programa contém os elementos dos programas que têm sucesso”, diz o parecer, citando a sistematização dos conhecimentos, o treinamento dos professores, livros e materiais didáticos em apoio ao currículo, equipamento e outros materiais didáticos para apoiar o processo ensino-aprendizagem, acompanhamento e assistência técnica ao professor e avaliação da implementação e do impacto do programa.
A consultora destaca ainda duas características fundamentais para o êxito no ensino de Ciências: a metodologia adapta os conhecimentos de Ciência ao nível e interesse da criança e melhora o conhecimento científico e a habilidade e confiança do professor em ensinar Ciências, levando-o a comprometer-se mais com o aprendizado do aluno. Madalena diz que sua análise "leva a afirmar que efetivamente o programa prepara adequadamente os professores no uso de metodologias que facilitam a aprendizagem dos alunos”.
Aprovação internacional
Além deste parecer de alto nível, do reconhecimento da Unesco e do BID, a metodologia Sangari tem a aprovação internacional de instituições como a Associação Nacional dos Professores de Ciências dos Estados Unidos (NSTA, na sigla em inglês), da Fundação Clinton, da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), entre outras.
Os programas de ensino de Ciências utilizando a metodologia Sangari já beneficiaram pelo menos 674 mil estudantes da escola fundamental no Brasil, em escolas públicas e particulares. Hoje, 500 mil estudantes das redes públicas do Distrito Federal, do município do Rio de Janeiro e da cidade de Botucatu (SP), além de escolas particulares de todo o Brasil, aprendem Ciências com o conteúdo, os equipamentos e os materiais do CTC - Ciência e Tecnologia com Criatividade, o nome dado ao programa da Sangari.
Desenvolvida e aperfeiçoada ao longo de dez anos, a metodologia Sangari está sendo exportada para outros países. Na Argentina, foi implementada em escolas públicas das províncias de Buenos Aires e Tucumán, num programa do Ministério da Educação da Argentina com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Nos Estados Unidos, projetos pilotos estão senso executados em escolas públicas de diferentes estados. Em 2010, os projetos envolvem Nova Jersey, Massachusets, Misouri, Colorado e Pensilvânia.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Secretário de Educação analisa eficácia da metodologia Sangari para ensino de Ciências
Eliezer de Santana Santos acompanha atividades de alunos do CTC em Salvador, na busca de soluções inovadoras para escolas de São Francisco do Condesegunda-feira, 13 de setembro de 2010
Mundo Invisível: A história da microscopia & Micrographia: Admirável mundo novo
O que seria da ciência se ela contasse apenas com o alcance da visão humana? Como conheceríamos as células, o DNA, os átomos? Como saberíamos que a Terra é apenas um planeta do sistema solar, que é parte de uma dentre inúmeras galáxias do universo?
Felizmente, o homem não tardou a perceber que a sua visão é muito limitada e tratou de construir instrumentos que lhe permitisse enxergar melhor o mundo a sua volta. Um desses instrumentos é o microscópio. É a ele que o Museu da Vida, centro de ciência interativo da Fiocruz, dedica duas novas exposições: “ Mundo invisível : A história da microscopia” e “ Micrographia : Admirável mundo novo”. Ambas serão inauguradas no dia 17 de setembro.
Partindo do século 17, quando o holandês Antonie van Leeuwenhoek usou pela primeira vez o microscópio para observar seres humanos, Mundo invisível faz um sobrevôo pela história do instrumento que se tornou um dos ícones da ciência. A viagem termina nos dias atuais, marcados por importantes avanços na microscopia.Todo esse percurso é pontuado por microscópios das mais diversas épocas, com destaque para réplica de um dos primeiros exemplares da história, desenvolvido pelo próprio Leeuwenhoek.
A mostra traz ainda imagens ampliadas incríveis de pequenos insetos e micro-organismos que permeiam o nosso cotidiano, mas que não podemos ver a olho nu.Em Micrographia , a personagem central ainda é o microscópio, mas, desta vez, ele é apresentado pelas lentes do polêmico Robert Hooke, que teve papel fundamental no desenvolvimento da microscopia. Além de demonstrar o poder e a utilidade do instrumento, o cientista britânico foi o primeiro a ensinar como usá-lo.
Nesta exposição, o visitante terá a oportunidade de ver as primeiras observações feitas por Hooke, talentosamente ilustradas pelo cientista e registradas em seu livro Micrographia , de 1665.“Até o século 17, a percepção que tínhamos de mundo era bem diferente da que temos hoje. Com o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do microscópio, abriram-se as portas para que víssemos em universo até então invisível a nossos olhos, muitas vezes bem debaixo de nosso nariz.
O objetivo dessas exposições é justamente explorar este admirável mundo invisível”, afirma Luisa Massarani, chefe do Museu da Vida.“A pergunta que fica é: que mundos estão bem debaixo de nosso nariz e não conseguimos ainda ver porque não temos as ferramentas que permitem isto?”, ela provoca.
SERVIÇO
Mundo Invisível: A história da microscopia & Micrographia: Admirável mundo novo
Inauguração: 17 de setembro de 2010, às 15h30Visitação até 30 de novembro : terça a sexta, de 9h às 16h30 (com agendamento); sábado, de 10h às 16h
Local: Sala de exposições & Foyer do Museu da Vida, no campus da Fiocruz (Av. Brasil, 4365, Manguinhos)Informações: (21) 2590-6747 / recepcaomv@coc.fiocruz.br
Fonte: Museu da Vida
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Célio da Cunha: Momento de somar esforços pela Educação de qualidade
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Em entrevista à Sangari Brasil, consultor da Unesco fala da importância estratégica do ensino de Ciências
Doutor em Educação, professor da Universidade de Brasília (UnB), atual consultor e ex-coordenador editorial da Unesco, organização pela qual se aposentou em 2009, Célio da Cunha tem uma visão muito precisa e abrangente das principais questões relacionadas à educação. Em entrevistas exclusivas à Sangari Brasil, gravadas em vídeo, Célio chama a atenção para a importância da formação dos professores e para o ensino de Ciências de qualidade.
"O professor faz a diferença", observa o estudioso na entrevista que está no vídeo de 1m46 sobre a importância da formação de docentes. Segundo ele, esta formação deve ser continuada e vir acompanhada de recursos pedagógicos, infraestrutura adequada e novas ferramentas tecnológicas. "Você deve usar todos os meios de qualidade que estão à sua disposição para melhorar a educação brasileira, estejam esses meios na iniciativa privada, estejam no Estado.
Não importa. Nós estamos num momento da educação brasileira que nós precisamos somar esforços, entre o governo, a sociedade civil e a iniciativa privada", observa.
No vídeo de 1m38, sobre a importância do aprendizado de Ciências na formação do cidadão brasileiro, professor Célio alerta para o fato de que "a educação científica é de vital importância para o processo de globalização, então é urgente o Brasil (União, Estados e municípios) investir no ensino de Ciências de qualidade, porque ele gera vários efeitos positivos."
Primeiramente, ele tem um efeito que se dissemina em outras disciplinas, na medida em que o aluno começa a adquirir o raciocínio científico. Por outro lado, essas crianças que passam a ter um ensino experimental certamente, quando chegarem à universidade, terão muito mais facilidade para seguir cursos de alto nível na área científica. "Isso é importante para o Brasil hoje, nesse processo de fazer da Ciência e da Tecnologia, uma grande estratégia de emancipação do País."
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Feira Brasileira de Ciências e Engenharia abre inscrições para projetos
A Febrace apresenta o resultado dos melhores trabalhos científicos e tecnológicos das escolas no campo das Ciências Exatas, da Terra, Biológicas, da Saúde, Sociais Aplicadas, Agrárias e Humanas, além da Engenharia e suas aplicações. Na edição anterior foram apresentados projetos como o despoluidor de escapamento, alarme anti-febre, robôs feitos de lixo tecnológico, sistema de uso da água do banho na descarga sanitária, lixeira seletiva automatizada, casa ecológica, entre outros.
O evento é promovido anualmente pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI), e vem ganhando importância no cenário da Ciência e Tecnologia do Brasil. A Sangari Brasil, empresa que atua no segmento do ensino de Ciências, com uma metodologia diferenciada, apoia a Febrace.
Os critérios utilizados pelos 150 professores responsáveis pela seleção são: criatividade e inovação, conhecimento científico do problema, maneira como foram levantados os dados e conduzido o projeto, profundidade da pesquisa e a clareza de apresentação na documentação.
Serão selecionados cerca de 280 finalistas para a Mostra de Projetos. Os que mais se destacarem representarão o Brasil na Intel Isef 2011 - International Science and Engineering Fair, considerada a maior feira de ciência e engenharia do mundo para estudantes. S
Sucesso nas edições anteriores
Desde 2003 a Febrace é promovida e organizada pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. O evento tem revelado novos talentos e gerado oportunidades.
Os finalistas receberam medalhas, troféus, certificados, equipamentos, bolsas de estudo, estágios, e prêmios concedidos com o apoio de parceiros. A Sangari Brasil premiou três finalistas com microscópios.
COMO PARTICIPAR:
1. Pense em um tema de seu interesse ou um problema que você gostaria de resolver.
2. Obtenha um caderno para servir de Diário de Bordo.
3. Registre todas as suas idéias e reflexões iniciais no seu Diário de Bordo.
4. Pesquise em livros e na Internet o que já se sabe sobre o assunto, sempre registrando as principais informações e de onde as extraiu.
5. Reduza o tema a um problema específico. Pense em um único problema que seu projeto colaborará para compreensão ou solução.
6. Discuta o projeto com seus pais ou responsáveis, com seus professores e seu orientador. Veja com eles se há alguma regra especial que se aplica ao seu projeto. Confira as Regras de Segurança antes de iniciar seu projeto ou qualquer experimento relacionado a ele.
7. Junto com eles elabore um planejamento detalhado das atividades do projeto seguindo a descrição de Metodologia Científica ou de Metodologia de Engenharia. Prepare um Plano de Pesquisa, contendo o problema estudado, hipóteses do problema, descrição do projeto e bibliografia básica utilizada.
8. Comece seu projeto seguindo o planejamento.
9. Ao finalizar o projeto, escreva seu Relatório de Projeto e depois o resumo do projeto.
10. Envie seu projeto à FEBRACE enviando o Plano de Pesquisa, o Relatório de Projeto e o Resumo. Veja "Como Enviar".
Tenda FEBRACE
22 a 24 de Março de 2011
Campus da Universidade de São Paulo - USP
Estacionamento da Escola Politécnica
Av. Professor Luciano Gualberto, Travessa 3, nº380
Cidade Universitária - São Paulo - SP
