quinta-feira, 4 de março de 2010

Rap com Ciência é sucesso no DF e vira alvo da mídia em 2010

foto: Drica Mendonça - Transamérica


por Maíra Villamarin

Rap com Ciência é sucesso no DF e vira alvo da mídia em 2010 Desenvolvido pela Sangari Brasil e coordenado pelo rapper Japão, projeto começa a colher frutos Maíra Villamarin - Sangari Brasil A apresentadora Drica Mendonça, da Transamérica Brasília Após uma jornada de quase 6 meses - entre apresentações em escolas, audições, gravações, ensaios e, finalmente, a realização de um CD e um videoclipe - o projeto começa a colher os frutos do trabalho realizado em 2009.

Desenvolvido pela Sangari e coordenado pelo rapper Japão, o Rap com Ciência ganhou visibilidade, força e, cada vez mais, está presente e inserido como destaque em encontros, eventos e programas de educação e música do cenário brasileiro em 2010.

Reconhecido pela mídia nacional, o projeto começou o ano divulgando o trabalho desenvolvido em sites, rádios e programas de TV de todo o país.

Vencer as barreiras do preconceito nas escolas não foi uma tarefa fácil. O Rap com Ciência conseguiu atenção e garantiu seu espaço dentro e fora das instituições de ensino. Com o sucesso do projeto, Japão recebeu convites de entrevistas em renomadas rádios nacionais como: Cultura, Transamérica e Jovem Pan.

Em sua visita às rádios, Japão dividiu com os espectadores a experiência de trabalhar em estúdio com quase 80 crianças da periferia do DF. Surpreso, ele contou detalhes sobre a seleção dos divertidos e inusitados raps escritos pelos alunos.

Durante o bate papo descontraídono na Rádio Transamérica Brasília o CD do Rap com Ciência fez a trilha sonora do programa "Clube da Sexta". Os ouvintes, que fizeram perguntas sobre o projeto, foram contemplados com um CD. Entre as músicas tocadas no programa estava "Se Liga Aí", tema do videoclipe lançado em dezembro de 2009.

Revolução Genômica em Petrópolis

Não perca palestra sobre Células – Tronco e Medicina Regenerativa, com o palestrante Stevens Rehen na Programação Especial da mostra Revolução Genômica.


Saiba mais sobre a exposição: http://www.revolucaogenomica.com.br/





quarta-feira, 3 de março de 2010

CTC é destaque na edição de 28 de fevereiro do suplemento infantil do Jornal da Cidade (Jundiaí)

Quem quer ser um cientista?

Atuações modernas de ensino mostram que a experiência prática vai muito além do grãozinho de feijão plantado no algodão molhado
Jornal da Cidade (Jundiaí)

Criar um relógio lunar de papelão para olhar o calendário de acordo com as fases da lua. Fazer uma calculadora funcionar ligada numa batata (isso mesmo!). Ou usar bolinhas de sabão para entender por que o ar existe e corante de alimentos pra descobrir outros fenômenos da natureza. Parecem mesmo coisas de cientista, não é?! E é. Só que essas e muitas outras experiências foram parar nas salas de aula de escolas públicas do Rio de Janeiro e de todo o Distrito Federal, onde crianças de 6 a 14 anos do ensino fundamental têm descoberto o quanto é legal aprender Ciências na prática.

Desenvolvido e aplicado por um grupo de pesquisadores e cientistas da Sangari Brasil, o projeto Ciência e Tecnologia com Criatividade (CTC) vem revolucionando o ensino de Ciências onde joguinhos, massinha de modelar, rochas minerais, água, xampu e até minhocas são elementos de ensino tão importantes quanto os livros e vídeos. Meninos e meninas aprendem brincando, sem deixar de fazer do resultado algo sério. As práticas modernas de ensino mostram que a experiência prática vai muito além do grãozinho de feijão plantado no algodão molhado e deixado pra brotar num copinho vazio de iogurte.

No DF, o projeto recebeu o nome de Ciência em Foco. Nas escolas do Rio, chama-se "Cientistas do Amanhã". Aluna da 4ª série do DRE Taguatinga, no Distrito Federal, Larissa Nogueira ficou surpresa com as descobertas que deve durante as aulas. "Eu nunca imaginei que com uma batata podia fazer uma calculadora funcionar. Quando o Ciência em Foco chegou muitas coisas mudaram. Agora é melhor do que antes. A gente pode ter a emoção de fazer a nossa própria experiência", comemora ela. Ao comparar as aulas de Ciências antes e depois do Ciência em Foco, Gabriela Ribeiro, aluna da 4ª série do DRE Recanto das Emas, também do DF, também sentiu diferença. "Eu gostei porque agora nós participamos das aulas. Não ficamos só escutando a professora", diz.

A empolgação nas escolas não é só dos alunos. As professoras de Ciências do DRE Taguatinga, Francisca e Icléa, perceberam as mudanças no estímulo e na frequência dos alunos na escola, com menos faltas a cada dia. "O Ciência em Foco trouxe nos o método científico de uma forma simples, acessível e prazerosa levando nossos alunos, através do levantamento e testagem de hipóteses, a vibrarem diante dos experimentos", observa Francisca. Já Icléa percebe que a empolgação é geral. "O registro no Diário de Ciências (onde os alunos escrevem sobre o que aprenderam) permitiu um crescimento na produção textual com os diferentes tipos de registros,
levando-os a escrever o seu conhecimento com alegria".

Einstein o cientista

por Cíntia Moura
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O cientista Albert Einstein foi o maior gênio do século 20, um período da história que mudou os rumos da humanidade para sempre. Além de um cientista genial, o físico também ficou marcado por suas diferentes faces, o ícone pop, o homem apaixonado pela música, o inventor (nem sempre bem sucedido), o cidadão do mundo e pacifista que condenava o uso de energia nuclear como instrumento de guerra.

O ano de 1905, marco histórico na carreira do cientista, ficou conhecido como o “Ano Miraculoso”. Nesse ano, Einstein publicou artigos científicos sobre o Movimento Browniano, a Teoria da Relatividade Restrita, a famosa equação E=mc², que relaciona massa e energia e a Teoria sobre o Efeito Fotoelétrico, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1921.

Saiba mais: http://www.institutosangari.org.br/

terça-feira, 2 de março de 2010

"Formar uma cabeça científica é formar um cidadão que pensa criticamente"

A afirmação é da cientista Milena Winograd, da Sangari Argentina, em entrevista ao Clarín no último domingo. Jornal também destaca o papel do CTC na sala de aula

Clarín, 28 de febrero de 2010

Enseñanza de las ciencias.
Entrevista con Milena Winograd, Bióloga y Científica de Sangari Argentina.
"Formar una cabeza científica es formar un ciudadano que piensa críticamente"
-Según Winograd, la enseñanza en el aula tiene que parecerse más a la lógica de la ciencia de verdad.

Leila Mesyngier. Especial para Clarín.

Pensar científicamente es lo contrario al principio de autoridad. Los conceptos surgen de un proceso de pensamiento y de evidencia, con lo cual formar una cabeza científica implica formar un ciudadano que pueda pensar críticamente, que no se crea verdades, que prolonga hipótesis alternativas. "Es fundamental que la cabeza de los chicos pueda funcionar así, aunque no sean científicos". Así reflexiono Milena Winograd, bióloga, doctora en Neurociencias y científica de Sangari Argentina, una organización de origen brasilero que impulsa el programa Ciencias, Tecnología y Creatividad (CTC). En 2009 se implemento un plan piloto en escuelas con alto índice de vulnerabilidad de Tucumán y Provincia, en el marco de un proyecto del Ministerio de Educación de Nación, de la mejora de la enseñanza de las ciencias y la matemática.

-En qué consistió este proyecto?
- Trabajamos en 4° grado con tres unidades: una biológica sobre el cuerpo humano, otra física de electricidad, y la última asociada a la química de materiales y transformaciones. Todas las actividades tienen algo en común: se parte de una pregunta, se investiga, se estimulan las estrategias de pensamiento científico, se llega a una conclusión y después se complementa ese concepto al que se llego con el libro de texto. Es a la inversa de una clase de ciencias donde la maestra da una terminología especifica y la idea, y al final se intentan comprobarla. Pensamos que la enseñanza de la ciencia en el aula se tiene que parecer más a la lógica de la ciencia de verdad. Los chicos descubren por ellos mismos, construyen el conocimiento haciendo experimentos y contrastando distintas hipótesis. Cambiar el orden hace que entiendan que el saber no es una verdad absoluta que cae de la boca de su maestro sino que es algo que se construye.

-Y cómo es el trabajo en clases?
- En la unidad e cuerpo humano, por ejemplo, se parte de la idea de que estamos formados por unidades pequeñas llamadas células. Y, a partir de ahí, se comprende que cada parte de nuestro cuerpo necesita nutrientes y oxigeno para vivir, que tiene que entrar y distribuirse hasta el dedo gordo del pie. Así comprenden los sistemas circulatorios, respiratorios y digestivos. Además, hay clases donde se preguntan si la frecuencia cardiaca es igual durante todo el día y para comprobarlo diseñan un experimento en el que saltan, se miden la pulsaciones antes y después, y todo el diseño experimental lo hacen ellos. En la clase de sistema respiratorio hacen un modelo de pulmón. Y la idea es que sea un modelo al cual se le puedan hacer preguntas.

-Cómo repercutió el proyecto?
-Es increíble cómo trabajan los chicos, se alucinan prendiendo la lamparita y preguntándose por qué, descubriendo. Incluso, en algunos casos, los chicos mas repetidores o con más problemas de conducta son los que más de enganchan, porque al hacer foco en pensar científicamente, en poder decidir que experimentos hacer para responder una pregunta e intentar comprobar la hipótesis, se apunta a que construyan un concepto y no solo que la maestra se los dicte.
"La enseñanza de la ciencia se tiene que parecer más a la lógica de la ciencia de verdad. Los chicos descubren por ellos mismos, construyen el conocimiento haciendo experimentos".
"Vimos que los chicos repetidores o con problemas de conducta se enganchan más: hacen foco en pensar científicamente, en decidir que experimento hacer para responder una pregunta".


Un laboratorio de ideas.

Un armario naranja con cajones es el protagonista de la propuesta del programa de Ciencias, Tecnología y Creatividad (CTC).

Cada comienzo de año se envía un ejemplar a cada grado, junto con los libros y una caja llena de materiales para realizar experimentos.

Así, en la unidad de electricidad, por ejemplo, los alumnos con la guía del docente prueban frotar diferentes materiales para ver si se atraen o no y concluyen que hay dos tipos de cargas.

"Llegan experimentando, no porque el maestro se los dice", advierte Milena Winograd.
En otra clase exploran cómo hacer para que se enciendan una lamparita y también arman circuitos eléctricos donde descubren que materiales condensen la electricidad y cuáles no.

"Se trabaja mucho en grupos de cuatro o cinco chicos", explica Winograd. El año pasado realizo junto con el biólogo Diego Golombek, una serie de cuatro videos cortos llamados "Manos a la obra" que se pueden ver y consultar en www.sangari.com/ar

Allí investigan, entre otras cosas las reacciones químicas que se producen al mezclar dos líquidos o polvos junto a un grupo de chicos.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Feliz Aniversário Rio de Janeiro!

Hoje é dia de festa na Cidade Maravilhosa. Aos 445 anos, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro comemora mais um aniversário, com festa em vários bairros a partir das 18h.

No centro, na Praça da Cinelândia, haverá shows de Leci Brandão, da banda Farofa Carioca e do show da Cia. Carlinhos de Jesus.

Na Cidade de Deus, a festa conta com a presença de Gilberto Gil, Maria Gadú, MV Bill, Preta Gil e o Grupo Revelação no palco montado no Campo do Karatê.

Para conhecer a história desta cidade que está cada vez mais em evidência, a Sangari recomenda uma visita ao site do Governo do Rio de Janeiro.

Confira: http://www.governo.rj.gov.br/historia.asp

Feira Brasileira de Ciências e Engenharia

Começa no próximo dia 9 a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia - FEBRACE, que expõe a criatividade e inovação dos estudantes. O evento, que segue até o dia 13, tem o intuito de estimular o desenvolvimento de uma cultura investigativa e empreendedora para alunos do 8º e 9º anos do ensino fundamental, do ensino médio e técnico de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Ocorre no Campus da Universidade de São Paulo, na Tenda FEBRACE, das 14h00 às 19h00. Mais informações no site (http://febrace.org.br/febrace/finalistas2010.php). Consulte o regulamento para inscrever projetos.


Tenda FEBRACE
Campus da Universidade de São Paulo - USP
Estacionamento da Escola Politécnica
Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº380 Cid. Universitária - São Paulo -

SP Anfiteatro Prof. Francisco Romeu Landi
Prédio da Administração da Escola Politécnica
Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº380 Cid. Universitária - São Paulo -

SP Anfiteatro Prof. Dr. Paulo Ribeiro de Arruda
Prédio de Eng. Elétrica da Escola Politécnica
Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº158 Cid. Universitária - São Paulo - SP